SESI Escola SGA: Lousa Digital Interativa eleva interesse de alunos para aprender

7/10/2021   17h31

 

A SESI Escola de São Gonçalo do Amarante é modelo e referência para todo o Brasil no uso de tecnologias educacionais, entre elas a lousa digital interativa. O equipamento, instalado neste semestre em todas as salas do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, transforma salas de aula comuns em espaços mais criativos e participativos com uso de tecnologia.

 

O ambiente tornou-se mais colaborativo, explica o gerente da unidade, Anderson Vieira, tanto para professores quanto para alunos. “A qualidade das aulas elevou o interesse em participar”.

 

Para os estudantes, explica Vieira, o uso da lousa com projeção de imagens, sonoridade, apresentação tridimensionais, a partir de softwares que rodam na plataforma, promovem uma experiência que motivam os alunos a questionar e interagir durante as aulas.

 

Anderson Vieira, gerente SESI Escola SGA

 

“Muitos dos nossos alunos são nativos digitais e já estão adaptados a maior conectividade, uso de tecnologias. O aluno sai do lugar habitual para outro em que pode observar, na prática, como se dão diversos processos, no ensino das mais variadas disciplinas, podendo ir ao quadro e interagir com conteúdo, manipular as cores primárias, por exemplo, e verificar como é o resultado ao olho humano”, afirma o gerente.

 

Por outro lado, explica ele, os professores saem ganhando ao atrair, com mais facilidade, a atenção dos alunos, exemplificando uma gama de conteúdos, de forma mais real, e que podem ser acessados por meio do aparelho. Para isso, os docentes da SESI Escola SGA foram capacitados com certificado internacional.

 

“São muitas as possibilidades de desenvolver o conteúdo, o que faz do professor um mediador do conhecimento e o aluno, um protagonista”, disse Anderson Vieira.

 

“Isso tudo nos prepara para o futuro”

A aluna Eloá Queirós, de 11 anos, do 6º ano do ensino fundamental, conta que o uso do dispositivo torna as aulas mais interessantes e atrativas, estimulando o envolvimento maior de todos os alunos, inclusive dos que não costumavam participar das aulas.

 

“A minha geração é muito conectada às tecnologias. Isso ajuda bastante, pois com a lousa digital a gente pode aprender ouvindo áudios, vendo vídeos, fazendo apresentação de trabalho e pesquisa, mexendo mais. Isso tudo nos prepara para o futuro, porque em breve esse será o modelo de quadro do futuro”, afirma a estudante.

 

Além disso, ela conta que os alunos da SESI Escola têm acesso a disciplina exclusiva da rede, como Oficinas Tecnológicas. “É incrível ver como o uso de todos esses recursos fazem com que a aula seja mais participativa e todos aproveitam mais e melhor”, destaca Eloá.

 

Eloá Queirós, estudante SESI Escola SGA

 

No Brasil apenas 1,2% das salas de aula possuem lousa digital. Enquanto que em países com maior desenvolvimento social, como Cingapura e Finlândia o equipamento está presente em 27% e 22%, respectivamente, das salas de aula.

 

Estudos, como a pirâmide de aprendizagem mostram que os alunos assimilam 10% do conteúdo ao ler, 20% ouvindo e 30% por meio da observação. Com a lousa digital interativa, que reúne todos esses métodos, o aprendizado varia entre 50% a 70%.

 

Professores avaliam ganhos para o ensino-aprendizagem com uso de dispositivo

Para o professor Smith de Oliveira Torres, de Matemática e Oficinas Tecnológicas, o equipamento digital surge como uma proposta que visa reverter o desinteresse, proporcionando uma maior autonomia, colaboração e, sobretudo, interação.

 

“Na contemporaneidade estamos inseridos em mundo altamente tecnológico, entretanto, a educação ainda utiliza de recursos ultrapassados através de metodologias monótonas. A abordagem dos conhecimentos com a lousa digital se torna mais dinâmica, pois possibilita novas formas de aprender e ensinar”, disse.

 

A ferramenta digital oferece uma série de possibilidades ao ensino, principalmente ao de Matemática, explica o professor, que é considerada uma matéria para poucos. “Com a interatividade oferecida pela lousa os alunos se sentem mais motivados a participar, tornando o aprendizado mais dinâmico e, sobretudo, o enriquecendo no campo da geometria espacial, álgebra, probabilidade e estatística, operações aritméticas e dentre outros”, observa. “Essa ferramenta enriquece tanto a aula, como a interação professor-aluno”, conclui.

 

Sheila Alves Pinheiro Lopes, professora de Ciências da Natureza, afirma que a lousa digital interativa vem contribuindo muito no processo de ensino-aprendizagem dos alunos durante as aulas de ciências. “Com o uso, as aulas tornaram-se mais dinâmicas, os alunos mais participativos, motivados e engajados.

 

A professora pontua que a introdução da nova tecnologia nas aulas possibilitou o desenvolvimento de atividades colaborativas com manipulação de processos biológicos como, por exemplo, a realização do processo da fotossíntese, que são realizados pelos próprios alunos no dispositivo e visualizado em 3D.

 

“Estudar genética, fotossíntese e anatomia animal, conteúdos de difícil compreensão entre os estudantes, foi sensacional!  Os alunos conseguiram observar estruturas, identificar e descrever processos bioquímicos e solucionar situações-problema propostas em sala de aula tornando o aluno um sujeito ativo no processo de aprendizagem. Nas aulas de ciências, nota-se um melhor rendimento em relação a aprendizagem conceitual dos alunos”, conta.

 

A utilização de gamificação no aparelho, acrescenta a professora, também demonstra que os alunos estão mais atentos às explicações dadas em sala de aula e compreendendo melhor o tema ao realizar a atividade de forma correta. “Essa nova tecnologia possibilita novas formas de ensinar e aprender de modo dinâmico, inovador e motivacional. Além de possibilitar uma melhor interação entre professor e alunos favorecendo, assim, uma construção coletiva do conhecimento”, destacou Sheila.

 

 

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